
Hoje aprovou-se no parlamento galego umha "proposta nom de lei" pedindo ao Sistema interterritorial de Saúde (do Reino de Espanha y olé!) e à Segurança Social (do mesmo reino) que assuma as despesas da mudança de sexo das pessoas transexuais. Votarom a favor BNG (o proponente) e PSOE, abstendo-se o PP. Inicialmente a proposta do BNG era mais ampla. Pedia-se a criaçom dumha unidade especial no SERGAS dedicada ao tratamento integral no processo de reatribuiçom de sexo, ao qual se negou o PSOE. Ao tempo pediu-se também que se implementassem medidas para evitar a discriminaçom laboral dos transexuais.
Ao tempo que se passava isto, liamos nos jornais do acontecido a um trabalhador da Marinha de Guerra ao que lhe foi recusado a licença para casar com umha transexual, recusaçom que foi acompanhada de aldragens (maricom, vermelho) polo seu superior hierárquico militar. Após o qual começou umha campanha de isolamento social no seu local de trabalho que o tem numha situaçom de baixa laboral por depressom. Resulta surpreendente que nesta altura ainda tenhamos núcleos de resistência entre os trabalhadores do Estado e que estes nom sejam punidos legalmente por utilizarem a sua autoridade delegada polo Estado para resistir-se à legislaçom emanada dos corpos legilativos, à que se supom que devem defender.
