31 janeiro 2007

Novas

Primeiro, umha de vitória: Tony Blair afinal, para consternaçom da ICR de Inglaterra e Gales, nom fai excepçons na ley de igualdade de bens e serviços. As agências de adopçom católicas nom podem discriminar por ser gays os adoptantes.

Segundo, umha sobre o exasperantemente idiota que pode ser a condiçom humana, neste caso demostrado polo Presidente do Concelho de Moscova, Y. Luzhkov, que afirmou que a marcha do Orgulho Gay era satánica. Por isso a proibiu e, ameaça, continuará a o fazer. Por suposto, saiu a reforçá-lo a Igreja Ortodoxa Russa.

Terceiro, outra de vitória, ainda que podia ser mehor. Já se registou em Israel (em Jerusalém) o primeiro matrimónio gay. Nom é que em Israel haja matrimónio gay, senom que o Estado de Israel reconhece os matrimónios civis realizados no estrangeiro e, segundo os tribunais israelitas, este estende-se aos matrimónios do mesmo sexo.

Quarto, algo ridículo. O Pentágono tinha intençons de desenvolver, ainda que fracassou, um arma que consistiria num spray que convertiria os soldados inimigos em gays. Nom acabo de compreender onde residiria o potencial daninho para o inimigo: na perplexidade súbita que embargaria os soldados ante a sua nova identidade sexual e que os impediria combater, em que todos ficariam presos dum anseioso e irreprimível desejo de foder, ou em quê. Afinal, porém, nom conseguirom o spray sonhado por muitos gays para converter com ele os seus mais anseiados heteros, e tiverom que conformar-se com os raios esses que queimam.

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