
O poder legislativo nigeriano está estudando umha nova lei anti-gay. Inicialmente, tinha como objectivo impedir os matrimónios gays. Na realidade, esta proposiçom de lei apoiada polo Presidente do país, é umha das leis mas repressoras contra a populaçom LGBT que há no mundo, se exceptuamos a dos países mussulmanos que condenam os gays com pena de morte, aplicada também en Nigéria nos estados mussulmanos do Norte do país. A lei espera-se que seja adoptada o mês vindoiro.
Esta lei, a mais de proibir os matrimónios entre gentes do mesmo sexo, declara ilegal ser membro dum grupo gay, assistir a um acto de protesto gay, advogar pola igualdade dos gays, doar dinheiro a organizaçons gays, albergar ou visitar umha web gay, a publicaçom ou posse de literatura sobre sexo seguro gay, alugar ou vender propriedades a umha parelha gay, expressons de amor entre pessoas do mesmo sexo em cartas privadas ou emails, assistir a casamentos ou cerimónias de abençom de parelhas gay, exibir ou ver filmes gays, tomar ou possuir fotos dum casal gay, e vender, comprar ou emprestar livros ou vídeos gays.
Toda esta legislaçom alarga a legislaçom repressiva e punitiva contra os LGTB, que até agora consistia em pena de morte nos estados mussulmanos e 14 anos de cárcere no resto do país.
A nova legislaçom está sendo suportada polo Infame Peter Akinola, o arcebispo anglicano de Nigéria, que na actualidade promove o cisma na comunhom anglicana devido a que nom gosta de bispos gays como o de New Hampshire (USA) ou mulheres no clero anglicano, e muito menos ainda se forem bispas ou tiverem poder na Igreja Anglicana, como é o caso da Presidenta da Igreja Episcopal Norte-Americana, que é umha mulher, a Rvda. Katherine J. Schori. Por certo, a mui desvergonhada apoia ao maricom do Reverendíssimo Bispo Robinson de New Hampshire.
Ediçom: Segundo a organizaçom de direitos humanos Human Rights Watch, por informaçom chegada de activistas gays nigerianos, a lei pode acabar no olvido dado que estám próximas as eleiçons presidenciais. E com a substituiçom do Presidente, e o paro na actividade legislativa, a lei que nom chegue a nada, a nom ser, indicam, que desde o estrangeiro se emperrem em lembrar-lhes a lei com campanhas contra ela (????).
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