Parece que a moratória de expulsons de gays iranianos está já rematada após um ano, desde que penduraram os dous adolescentes em Irám. Um juris acaba de decretar a expulsom de Suécia e a entrega ao Irám dum gay.Para justificar a sua decisom, a corte utilizou um relatório do governo sueco que, no cume do cinismo ou da piada de péssimo gosto, admitindo que a condena contra os actos homossexuais (com penetraçom, parece) é de pena de morte, sustém que um pode viver no Irám sendo gay se for o suficientemente "discreto". Dito doutra maneira, se viveres completamente "armarizado", se para manteres essa "discreçom"casas e mantés a ficçom de heterossexualidade, entom podes viver em Irám e, portanto, nom necessitas o asilo em Suécia.
A lógica desse relatório e da sentença que nele se alicerça é a negaçom do direito de asilo. Com estes mesmos critérios, qualquer petiçom de asilo por perseguiçom política (ou de qualquer outro teor) pode ser recusada. O peticionário pode viver perfeitamente no seu país sempre que leve a sua ideologia discretamente: nom a expresse nem em público nem em privado, e que nom aja conforme a ela. Com estas condiçons ninguém experimenta perigo algum. O secreto é fácil: sê o que quigeres, mas nom sejas praticante.
A mais desta lógica perversa, a sentença "esquece" que existe, por todos os indícios, umha auténtica actividade policial para perseguir os gays. Os grupos LGBT iranianos têm indicado em mais dumha ocasiom as provocaçons constantes da polícia iraniana e a constante actividade em I-net infiltrando-se em chats, foros, e demais médios de relaçom LGBT iranianos, sempre em servidores estrangeiros, claro é, para descobrir e criminalizar os gays do país. Sem dúvida, isso também o sabe o governo sueco, mas cala-o.
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