
Há um tempo enrolei-me na rede de acçons urgentes de AI Espanha para ajudar, desde as minhas possibilidades, nos casos de situaçons em extremo perigo. Elegim a opçom dos casos de minorias sexuais. Nom fai falta dizer por quê, nom? Desde que me dei de alta, nunca, nunca, me mandárom umha chamada à acçom urgente referidas às minorias sexuais. E nom é porque, infelizmente, nom faltaram.
Conto isto porque os gays russos, depois do Orgulho Gay do fim de semana passado em Moscova, estám a se perguntar onde estavam as organizaçons de direitos humanos. Salvo Human Rights Watch, o resto estivérom ausentes.
O director do Human Rights Bureau nom só nom estivo ali se nom que se permitiu fazer declaraçons dizendo que, tendo em conta o sentimento geral, nom deveria ter-se celebrado o Orgulho Gay em Moscova. Ludmila Alekseyeva directora do "Grupo de Helsinki" de Moscova nom entendia a necessidade de ter um Orguho Gay em Moscova.
O direito humano de liberdade de expressom parece que, quando é para a gente LGTB, nom existe, e se pode prescindir dele. O direito à dignidade própria também parece que os nossos bravos defesores dos direitos humanos consideram que nom é um direito quando se trata de maricons e marimachos.
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