
No anteprojecto de modificaçom da LOU introduzem-se umha série de medidas tendentes a favorecer a igualdade da mulher dentro dos órgaos de gestom universitária, combatendo assim a discriminaçom que estas sofrem por machismo consciente como por inércia do passado. Na mesma linha, introduze-se o direito dos estudantes a nom serem discriminados por sexo, raça, religiom ou incapacidade. Bem pola ministra Cabrera!
Nom tam bem porque mais umha vez o problema da homofobia e das atitudes homobóficas no trabalho, na universidade ou na sociedade em geral nom som enfrontadas como é necessário. Nom se menciona o direito dos estudantes a nom serem discriminados por orientaçom sexual. Nom se menciona esforço algum ou medida algumha para combater e seguir as manifestaçons de homofobia na universidade, que ha há, e nom poucas.
Mais umha vez a actividade do governo espanho parece mover-se pola absurda e naive crença de que abrindo o código civil a que a gente LGTB poda casar a actividade legislativa já chegou ao seu fim. A verdade é que, sendo um grande passo, enorme ainda, nom é suficiente. A homofobia social e cultural nom se acaba, senom que segue manifestando-se na discriminaçom laboral, nos tratamentos "médicos" para "curar" a homossexualidade, no professorado das faculdades de medicina e psicologia que ainda falam da homossexualidad como umha perversom sexual que curar, nos professores LGTB que nom estranhamente nom dam avançado nas suas carreiras académicas apesar de terem tantos méritos como qualquer outros... Enfim, a homofobia nas suas diversas manifestaçons segue no mundo académico, e a nossa ministra sem inteirar-se, segundo parece.







