Pois sim. Existem os gays polas armas. Nom é um comando de auto-defesa gay como a "Pink Posse" de Queer as Folk, prontos para responder qualquer agressom ou intento. Som gays que proponhem que os gays nos armemos legalmente, mandando a mensagem com o nosso apetrecho de armas de que atacar-nos nom é fácil, que nom somos as vítimas voluntárias da homofobia. Odiar-nos é cousa sua, defender-nos é o nosso direito. Claro é, a ideia e a associaçom está-se a desenvolver naqueles países nos que a legislaçom sobre a tença de armas é muito mais lassa do que no nosso, quer dizer, USA e Canadá. Aqui é impensável.
Alguns diriam que a minha heterofobia é a que me fai concordar com o direito proclamado polos "Pink Pistols" de nos auto-defender e armar-nos ali onde podamos fazê-lo legalmente. Talvez seja heterofobia, mas acho que só é sentido de auto-protecçom e também de auto-estima pois nom temos que ser vítimas fáceis dos ódios dos demais.
Ora, o que resulta desagradável, perigoso e tolo nos "Pink Pistols" é nom a mensagem de se defender inclusivé com armas, se for necessário, senom que na sua defesa do direito a armar-se situam-se na mesma linha que a RNA (a Associaçom Nacional do Rifle norte-americana, sim, a do Charlton Heston de "Bowling for Columbine") e, de facto, colaboram com ela tentando impedir as legislaçons restritivas do uso de armas de fogo com os argumentos tam clássicos como falaces de que a restriçom no uso de armas de fogo fai aumentar, nom diminuir, a violência e os crimes. Destarte, os nossos "Pink Pistols" contribuem à generalizaçom das armas de fogo entre a populaçom, criando com isso as condiçons para umha sociedade no que a violência armada se propague polo espalhamento dos instrumentos que a fazem possível.
23 maio 2006
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